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Preservação

Convívio com Maritacas requer cuidados especiais orienta Bióloga

Secretaria de Meio Ambiente alerta os cianortenses sobre cuidados com as maritacas para evitar que as pessoas prejudiquem a reprodução desses animais

Postado em 11/09/2019 às 11:48 |

Aves costumam abrigar-se em forros e telhados. A simples instalação de telas evita transtornos (Foto: Colaboração/Mundo animal)

O convívio harmonioso entre os moradores de Cianorte e o periquitão-maracanã, popularmente conhecido como maritaca, fica conturbado nesta época do ano. Isto porque, estas aves de pequeno porte, assim como os pardais, costumam instalar seus ninhos nos forros e telhados das casas, incomodando com o barulho, sujeira e ainda, para afiar os bicos, roendo a fiação elétrica. Assim, para evitar que as pessoas prejudiquem a reprodução destes animais silvestres, bem como os danos às residências, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA) alerta os cianortenses sobre cuidados com as maritacas.

Entre os meses de agosto a janeiro, ocorre o período de reprodução das maritacas e elas utilizam os ninhos para proteger seus filhos, até que eles adquiram as condições necessárias para deixá-los. Sendo assim, orientamos os cianortenses que, caso sejam encontrados ovos ou crias, e não estejam causando danos às instalações, aguardem sua saída por conta própria, uma vez que a retirada antecipada pode ocasionar a morte dos filhotes, o que constitui crime”, explicou a bióloga e chefe da Divisão de Educação Ambiental, Cristiane Roco. 

Porém, se as aves estiverem causando transtornos aos moradores, como quedas de energia, cortes de internet e de outros circuitos, a recomendação é para que o desalojamento seja realizado por pessoas capacitadas, uma vez que existem riscos, tanto por conta da altura, quanto da rede elétrica, o que exige o uso de equipamentos especiais. “Após a retirada das aves, é necessário que sejam tapadas as entradas do telhado ou do forro com telas metálicas ou de plástico, conhecidas popularmente como passarinheiras, para evitar o retorno das mesmas”, orientou a bióloga. 

Em casos de dúvidas sobre como proceder ou para solicitar resgate, a população deve entrar em contato com a SEMMA pelo telefone 3631-6463 ou na sede, localizada na Avenida Piauí, 2099.


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